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NBR 5419 / 2015 – Principais Mudanças

Atualizado: 21 de Out de 2017

Principais mudanças entre a antiga norma NBR-5419 / 2005 e a atual  NBR-5419 / 2015



A primeira grande diferença entre as duas normas está na quantidade de páginas. A norma anterior possuía 42 páginas, e a norma atual  possui aproximadamente 380 páginas.


A  Análise de Necessidade de Proteção (antigo anexo B da norma de 2005), agora corresponde a PARTE 2 e passou a se chamar ANÁLISE DE RISCO. Além dos fatores de ponderação existentes anteriormente, novos fatores de risco para a edificação que até então não eram analisados passaram a ser observados. É nesta parte da norma que agora são definidos o Nível de Proteção e quais Medidas Complementares deverão ser tomadas para garantir uma proteção eficiente para a edificação, pessoas e instalações.


Com relação aos métodos de proteção, não houve grandes alterações, e continuam a valer o Método dos Ângulos (Franklin), o Modelo Eletrogeométrico e Método das Malhas. As maiores mudanças ocorreram no Método dos Ângulos com o aumento significativo do alcance de pequenos captores, particularmente até 2 metros. O Método das Malhas teve seus meshs (reticulados) reduzidos da seguinte forma : Classe 1 = 5 x 5 m ;   Classe 2 = 10×10 m ; Classe 3 = 15×15 m e Classe 4 = 20×20 m. Também o espaçamento das descidas e dos anéis horizontais foram alterados e agora são : Classe 1 = 10m ; Classe 2 = 10m ; Classe 3 = 15m e Classe 4 = 20m. O Método Eletrogeométrico permaneceu inalterado.


O gráfico de Comprimento mínimo de eletrodo enterrado versus Resistividade do solo, agora foi estendido também para nível 2 de proteção,  já que antes só havia relação direta entre ambos no nível 1.


A tabela de condutores de captação, descidas e aterramento foi aprimorada com novos materiais (aço cobreado, alumínio cobreado), e algumas dimensões mínimas e tolerâncias foram estabelecidas.


Os Testes de Continuidade das estruturas de concreto armado foram normalizados em duas etapas com melhor detalhamento dos seus procedimentos.


A medição da resistência ôhmica do aterramento do SPDA, bem como o anterior valor sugerido de 10 ohms foram retirados da norma.


O arranjo A (aterramento pontual) foi retirado da norma, permanecendo apenas o arranjo B (em anel) circundando a edificação e interligando todas as descidas. Este anel deve estar, no mínimo, 80% em contato com o solo.


Fonte: Termotecnica




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